Sobre

Há vinte anos eu testemunho e conto histórias. Há cinco, com a câmera na mão.
E é com ela que eu levo você para dentro da cena.
Sou fotógrafa e artista visual. Ainda tenho dificuldade de me definir, mas reconheço o que atravessa meu trabalho: contar uma história sem alterar sua direção.
Minha trajetória passa pelo Direito, pela Gestão da Inovação Social e pelas causas humanitárias, pela ONU, pelo Banco Mundial e pelo TEDx. Também fui uma das fundadoras do movimento Litro de Luz Brasil.
A fotografia já era uma paixão. O estudo ganhou profundidade quando a pandemia interrompeu meu sabático e voltei a morar em Florianópolis. Ali vivi os primeiros três meses de isolamento com minha cachorrinha, entre estudos, referências e madrugadas inteiras de experimentação.
Depois vieram histórias como o nascimento da minha afilhada e o casamento de amigos no Marrocos. Acontecimentos que testemunhei e que, pelas imagens, outras pessoas também podem conhecer.
A história de uma fotografia continua quando alguém olha para ela. Quem viveu aquele instante me diz que voltou. Quem não viveu se sente dentro da cena. Nesse encontro, reconheço a contribuição social e, por vezes, também histórica do que faço.
Em fevereiro de 2027, minha série Gule Wamkulu, sobre o povo Chewa, do Malauí, integrará a exposição coletiva “Las aguas y el viento recuerdan tu nombre”, na Fülle Galería, na Patagônia argentina. Do Malauí à Argentina, as imagens seguem viagem e encontram outros olhares.
A conversa começa pela história. E aí, vamos conversar?